segunda-feira, 9 de novembro de 2015
quinta-feira, 29 de março de 2012
PROTESTO CONTRA OS TRENS HOJE EM ROLÂNDIA
ROLÂNDIA VAI PARAR
Vai ser das 15 às 16 horas no centro da cidade. Boa parte do comércio vai fechar as portas. O protesto será contra os constantes cruzamentos de trens no perímetro central que impossibilita o livre trânsito de pessoas em carros. Outro motivo é o nível de poluição sonora causado pelos apitos, que, principalmente de madrugada, acorda os moradores residentes nas proximidades. A prefeitura, por sua vez, informa que os projetos de construção de viadutos ainda estão no papel, não havendo ainda data para início de processo licitatório. Somente cidades grandes como Londrina e Maringá ( que possuem deputados) conseguiram solucionar o problema dos trens. Londrina construiu um novo traçado fora da cidade e Maringá fez rebaixamento do leito da ferrovia. Cambé conseguiu já um viaduto em um local crítico daquela cidade. Em Arapongas não existe cruzamento de trens. Todos os cruzamentos são programados para ocorrerem aqui em Rolândia. Outro projeto ( o do trem de passageiros pé vermelho) continua esquecido no fundo de uma gaveta em Brasilia. TEXTO e FOTO de JOSÉ CARLOS FARINAquinta-feira, 27 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
TRENS HISTÓRICOS VENDIDOS A R$ 0,10 O QUILO - CRIME
Trem da RFFSA era vendido como sucata
09/10/2011 - Folha de S. Paulo
A CGU (Controladoria-Geral da União) vai investigar a venda de patrimônio da extinta RFFSA (Rede Ferroviária Federal) feita nos últimos anos no Brasil. Relatório da Polícia Federal mostra que um esquema montado em São Paulo desviou, como mera sucata, bens servíveis ou recuperáveis de alto valor.
Segundo a PF, a operação seria repetida agora pela Diretoria de Infraestrutura Ferroviária do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte). A controladoria disse que deverá abrir um Processo Administrativo Disciplinar para apurar o desvio de conduta de servidores que tenham participado da alienação irregular de bens da RFFSA.
Segundo a PF, que fez a denúncia à CGU, a transação envolve, além de agentes públicos, concessionárias de ferrovia, ferros-velhos e até siderúrgicas que teriam usado material ferroviário para a produção de vergalhões. Entre os bens estão trilhos, locomotivas, vagões e vários tipos de equipamentos pertencentes à RFFSA ou entregues à concessão no processo de desestatização.
A investigação da CGU pode abrir uma caixa-preta já identificada num inquérito volumoso -embora sigiloso- produzido pela Polícia Federal de Piracicaba (SP) e por agentes da Polícia Ferroviária Federal. Os prejuízos ao país podem ter sido de bilhões de reais, assim como os ganhos de grupos econômicos que podem ter sido beneficiados em soma similar com o destino ilegal desse tipo de material.
O nome das empresas envolvidas está protegido por determinação da Justiça. Até o momento, o Ministério Público Federal -que recebeu o inquérito policial- não ofereceu denúncia, embora já esteja de posse dos documentos há dois anos. (ISSO É ERRADO TEM QUE PRESTAR CONTA AO POVO QUE PAGA SEMPRE A CONTA)....
Desta vez, êxito
O delegado da PF de Piracicaba Carlos Fernando Lopes Abelha -responsável pela Operação Fora dos Trilhos, em 2008- entregou relatório com denúncia de novos leilões de bens com valores subavaliados, agora realizados pelo Dnit. A controladoria classificou o material como "farto" em documentação e com indicações fortes de que o modelo repetiria um esquema que permitiu "enriquecimento ilícito".
Esse alerta fez o ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, pedir ao Ministério dos Transportes a imediata suspensão do leilão. O ministro Paulo Sérgio Passos acatou a recomendação e determinou nova avaliação dos bens.
A CGU aguarda o resultado para ter informações que subsidiem o Processo Administrativo Disciplinar. A reportagem da Folha esteve num ramal ferroviário na cidade de Avaí, a 450 quilômetros de São Paulo, local onde repousam, há dez anos, 75 vagões do tipo Hopper. É parte do espólio da RFFSA que iria a leilão.
Como sucata, ao preço de R$ 0,50 o quilo, o material poderia ser negociado a cerca de R$ 10 mil. Como ativo ferroviário, um vagão de mesmo tipo custa até R$ 250 mil. A PF diz que vagões chegaram a ser vendidos a R$ 80, inferior ao preço do papelão.
"Os bens levados a leilão pelo Dnit podem ter sido avaliados com os mesmos critérios dos processos licitatórios anteriores, classificando bens servíveis (...) como sucata, (...) promovendo o enriquecimento ilícito de alguns envolvidos em detrimento do erário", afirma o relatório.
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(Isso só acontece em Terrae Brasilis, essa turma toda deveria sofrer um novo AI-6 na pele para aprender a ser honesto com as coisas públicas)...
Já se fosse em Cuba ou na China, ou na antiga URSS iriam todos para o PAREDÃO. !!!
ESSE PAÍS NÃO É SÉRIO , e um absurdo só como podem tratar a coisa assim..... FAIXINA NESSA TURMA JÁ !!!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
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